Chaos in the Academy?
Outubro 1, 2009
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AVALIAÇÃO
Julho 15, 2008
Notas da prova de avaliação escrita:
Ágata Marinho 14
Alina Nóbrega 12
Ana Catarina Oliveira 14
Ana Catarina Elias 12
Ana Catarina Ferreira 9
Ana Frazão Vieira 15
Ana Barbosa 12
Ana Ferreira 12
André Duarte 14
Andreia Carvalho 13
Bruno Valinhas 11
Bruno Fernandes 12
Catarina Oliveira 14
Cátia Azevedo 12
Cátia Fidalgo 12
Cristiana Santos 12
Daniela Moreira 10
David Dias 15
Erica Franco 13
Gonçalo Borga 6
Hália Feio 13
Hélder Teixeira 4
Henrique Saldanha 11
Hugo Aparício 7
Hugo Riço 16
Jessica Teixeira 10
Joana Ribeiro 11
Joana Silva 11
Jorge Azevedo 10
Liliana Silva 12
Mafalda Carvalho 12
Maria de Lurdes Santos 12
Maria Inês Santos 12
Maria Inês Camilo 14
Mariana Cunha 14
Mariana Basto 14
Marta Sousa 13
Miltão Semedo 7
Nelsa Lourenço 11
Nelson Abreu 8
Octávio Oliveira 13
Pedro Marques 14
Raquel Póvoas 13
Rita Salvado 11
Rui Bajouca 5
Salomé Casanova 13
Sara Ferreira 12
Sara Felisberto 12
Sara Batalha 12
Sílvia Pereira 8
Soraia Fernandes 8
Telmo Nunes 8
Tiago Mourão 16
Vanessa Lopes 10
Vanessa Domingos 13
A nota final será publicada na pauta do Instituto.
1. Para os alunos que optaram por uma avaliação contínua, são igualmente contabilizados para a nota final, os restantes elementos de avaliação, nomeadamente o trabalho de grupo, a sua apresentação (avaliada em grupo e de forma individual) e a crítica aos trabalhos dos colegas, bem como a participação e apresentação de trabalhos/comentários para o weblogue. Quando os trabalhos foram entregues e não foram apresentados, é apenas contabilizada uma percentagem dessa cotação.
2. Principais erros das frequências: respostas incompletas, por falta de relacionamento entre conceitos ou, no caso da pergunta de desenvolvimento, pela ausência de enquadramento teórico ou enquadramento desadequado. Alguns alunos com nota negativa deverão ter atenção à grande diferença que existe entre os pressupostos teóricos da Indústria Cultural (teoria Crítica) e as Indústrias Culturais, duas abordagens teóricas diferentes.
AVALIAÇÃO
Junho 27, 2008
A avaliação dos trabalhos apresentados e discutidos em aula está disponível no final da página “Trabalhos”
Notas/ Correspondência programa – sumários
Junho 23, 2008
No programa, há temas que são abordados de forma transversal e associados à explicação de outras teorias. Contudo, há duas questões que não foram abordadas: a Teoria da Tematização e a Economia Política da Comunicação.
No que respeita às notas dos trabalhos, as mesmas só serão publicadas no weblgue quando todos os trabalhos tiverem sido enviados por e-mail.
PDF’s
Junho 20, 2008
Os PDF’s estão disponíveis para consulta no final da página Sumários/ Recursos, bem como o artigo do jornal Público analisado na última aula.
Comentário X – 5 de Junho
Junho 20, 2008
O conceito da Teoria da Espiral do Silêncio, surgiu em 1972 no vigésimo Congresso Internacional de Psicologia. A alemã Elisabeth Noelle- Neuman publicou nos Estados Unidos, um livro denominado por” A Espiral do Silêncio: Opinião Pública- A nossa pele social”.
Segundo a autora, esta teoria tem início/causa na relação que se estabelece diariamente, em todo o mundo, entre os Media e Opinião pública. Na maioria das vezes, para não se sofrer críticas, maus olhares e até mesmo outro tipo de isolamento (medo da solidão social), as pessoas sentem necessidade ou de omitir a sua própria opinião, pois não é concordante em relação à dos restantes; ou de, por outro lado, juntar-se à maioria falante, que dá sua opinião (podendo, então, esta ser novamente uma maioria falseada que não exprimiu a sua opinião verdadeira). Neste clima de opinião, muitas vezes são escondidos pareceres, pois os sujeitos tomam partido da convicção geral, perdendo-se, assim, a oportunidade de se descobrir novos ideais e formas de agir de uma maioria silenciosa, que poderia levar a uma mudança de hábitos e de formas de pensar. Tem-se então como exemplo flagrante, o fenómeno social: as eleições, onde o clima de opinião é condicionado pelo excesso de transmissão de determinados temas pelos Media; pela forma semelhante de como as notícias são geradas e difundidas tornando muito fácil de consolidar a vitória do candidato que supostamente será vencedor (manipula a opinião geral, gerando assim uma opinião pública distorcida).
Acima de tudo, este fenómeno é extremamente preocupante, não só pelo facto de se influenciar as mentes no que se deve pensar, mas mais ainda, pelo facto de se influenciar no que estas devem dizer.
Mariana da Cunha
Sara Batalha
Trabalhos de Grupo
Junho 16, 2008
Os trabalhos de grupo estão disponíveis para consulta no final da página “Trabalhos”.